Fórum de Reflexão Económica e Social

«Se não interviermos e desistirmos, falhamos»

segunda-feira, dezembro 26, 2005

Caracterização

1. Caracterização

É um Fórum de reflexão sobre temas de caracter económico e social. Constituído por um grupo de pessoas com ideias e preocupações comuns, mas naturalmente distintas, é um núcleo de debate de ideias e expressão de opiniões. O Fórum é composto por um conjunto de cidadãos anónimos, cuja motivação é a discussão e partilha de preocupações e ideias que defendem.

Entre os seus membros encontram-se por exemplo professores, economistas, engenheiros, biólogos, gestores, enfermeiros, designers e ainda profissionais de outras áreas. São profissionais liberais, quadros de empresas privadas e de entidades públicas.

O Fórum funciona através do debate de casos concretos da sociedade portuguesa, da partilha de ideias e opiniões sobre determinados temas que ao grupo se apresentem como relevantes e dignos de interesse. Os temas principais são aqueles relacionados com assuntos de caracter económico, sociológico, empresarial e social.

Como temas igualmente importantes para o Fórum estão as questões de carácter ambiental, a educação ou o desenvolvimento tecnológico com impacto social ou económico.

O objectivo é contribuir (através do debate de ideias e expressão de opiniões, sendo estas, sempre que possível e justificável, tornadas públicas através da sua publicação em jornais e revistas ou edição na internet) para a construção de uma sociedade mais competitiva (nos vários âmbitos objecto da discussão) – este é o contributo intelectual dos seus membros para a resolução de problemas da desigualdade, produtividade e competitividade.

2. Funcionamento e Formas de Intervenção

Este Fórum pretende desenvolver várias iniciativas, sendo o limite a criatividade dos seus membros. Essencialmente pretende ser um grupo de acção cívica de observação dos fenómenos que afectam a sociedade portuguesa e de intervenção intelectual através das seguintes acções:

i) Conferências, reuniões ou tertúlias para debater temas, ideias e ocorrências sempre que houver um assunto de relevância sobre a sociedade portuguesa, julgado importante para os membros do Grupo.

ii) Outros eventos como a realização de almoços ou jantares/debate, nos quais poderão vir a participar convidados cujo contributo para o debate seja, no entender do Grupo, importantes e de valor.

O resultado destes eventos/encontros poderá resultar na produção de algum texto que exponha o resultado obtido para o indivíduo ou para o próprio Grupo. Este pode decidir sobre a relevância da sua publicação. A publicação dos textos pode ser efectuada quer a título individual quer sobre a chancela do Grupo. Os trabalhos publicados podem resultar de uma investigação e pesquisa mais aprofundada dos temas em debate, de modo a lhe atribuir mais valor.

iii) Será utilizado o Grupo Google constituído, como forma interactiva de comunicação interna entre todos os membros do Grupo, com o objectivo de discutir e debater inter-grupo os assuntos que estes julgarem relevantes.

iv) Alternativamente será utilizado o Blog do Grupo como forma de comunicação externa e interactiva com o universo de utilizadores da net, utilizando este espaço para publicar colunas ou artigos de opinião, fruto da observação dos seus membros e como forma de intervenção intelectual.


3. Objectivos

1.º OBSERVAÇÃO

Os membros do FRES pretendem ser observadores atentos à evolução e aos problemas da sociedade portuguesa, e ainda críticos activos da realidade que os rodeia. Os seus membros querem estar particularmente atentos a assuntos e problemas de caracter económico, sociológico, empresarial e social. No entanto as suas preocupações são alargadas a outras temáticas como por exemplo as questões ambientais, o desenvolvimento tecnológico com impacto social ou económico, a saúde, a educação e a inovação.


2.º INTERVENÇÃO

O Fórum é composto por um conjunto de cidadãos anónimos, de diversas áreas, cuja motivação é a promoção de um espaço de discussão e partilha de preocupações e ideias, sobre determinados temas que se apresentam como relevantes, dignos de interesse geral e oportunos no contexto socio-económico em que se colocam.
O que lhes é comum é uma consciência social e cívica sobre os problemas da sociedade portuguesa, bem como o desejo de dar um contributo pessoal de cariz intelectual, para a resolução de diversos problemas, através do debate e da expressão das suas opiniões tendo em vista a apresentação de soluções alternativas.


3.º CONTRIBUIÇÃOO Fórum tem igualmente como objectivo contribuir ( através do debate de ideias e expressão de opiniões, com possibilidade de serem tornadas públicas pela sua relevância) para a construção de uma sociedade mais moderna, coesa e competitiva. Este pretende ser o contributo dos seus membros para a resolução de problemas sociais, do desenvolvimento, da produtividade e da competitividade do país.


O lema: «Se não intervirmos e desistirmos, falhámos»

2 comentários:

Henrique Plöger Abreu disse...

" Deus quer, o homem sonha, a obra nasce "

Fernado Pessoa

Anónimo disse...

Os trabalhadores portugueses de hoje estão a trabalhar e a viver numa sociedade global e, para que sejam bem sucedidos neste NOVO mundo, há novas competências que têm de ser adquiridas e desenvolvidas como;
Capacidade de visualizar novas perspectivas bem como novas formas de abordar os mercados ,adquirir novos conhecimentos assim como desenvolver a apetência para analisar novos pontos de vista de uma forma bem mais diferenciada do que o fizeram as gerações anteriores.
Para que seja possível gerir com sucesso este processo de mudança, há que vencer uma série de desafios :
Assim, podemos destacar ; o de promover o desenvolvimento de inovações existentes nas diferentes escolas e universidades e potenciar esse desenvolvimento rapidamente; criando uma rede de colaboração entre empresários, filantropos, professores e dirigentes políticos no sentido de incentivar o desenvolvimento de: novas competências de gestão, um novo sistema de ensino, novos programas educacionais, re/desenhar faculdades com novos programas curriculares adequados ao novo panorama de mudança, redefinir pré-requesitos de frequência, fomentar o ensino de idiomas críticos como o Inglês, Chinês, Castelhano, utilizar a criatividade na formação de professores e inovar na utilização de novas tecnologias (a questão não é equipar todas as escolas com banda larga, mas sim saber o que fazer com ela), fazendo uma interligação efectiva com outras escolas para possibilitar a aquisição e gestão efectiva do novo conhecimento