
O que sabemos:
Projecções recentes do Banco de Portugal apontam para uma recessão em 2009 com um decréscimo do PIB de 3,5%.
As exportações e o investimento a caírem 14% e 15% respectivamente neste trimestre face ao período homólogo do ano anterior.
No primeiro trimestre do ano, a insolvência de 957 empresas o que corresponde a um acréscimo do nº de insolvência de 31% face ao mesmo período do ano anterior.
O consumo a cair e a confiança nos seus níveis mais baixos. Uma economia que só irá recuperar quando os nossos parceiros europeus derem início à sua recuperação.
Basta de diagnósticos e vamos às soluções.
Repensar e re-calendarizar os grandes investimentos públicos de longo prazo (que os economistas chamam de investimentos provocadores de despesa) cujo retorno é de muito longo prazo e direccionar esforços para outros de menor escala com impacto social, empresarial e económico mais imediato, em especial na criação de emprego (que fará descolar o consumo interno).
Exemplos: apoiar as PME´s a exportar (há mercados que ainda têm margem de absorção dos nossos produtos só que não chegamos lá).
Como? Pagando o IVA em prazos curtos, reduzindo a dívida pública às empresas – melhor do que qualquer política de redução fiscal.
Acreditação do sistema bancário através do apoio deste (já por si apoiado pelo Estado) às empresas através de uma eficiente alocação das linhas de crédito estabelecidas às suas necessidades. Acompanhar muito de perto estes créditos.
Aproveitar estas linhas para financiar start up´s criadoras de emprego. Onde encontrá-las? Nas universidades técnicas e politécnicos. Há muitas ideias e projectos por aí.
Algumas ideias simples. Sem complicações.
Projecções recentes do Banco de Portugal apontam para uma recessão em 2009 com um decréscimo do PIB de 3,5%.
As exportações e o investimento a caírem 14% e 15% respectivamente neste trimestre face ao período homólogo do ano anterior.
No primeiro trimestre do ano, a insolvência de 957 empresas o que corresponde a um acréscimo do nº de insolvência de 31% face ao mesmo período do ano anterior.
O consumo a cair e a confiança nos seus níveis mais baixos. Uma economia que só irá recuperar quando os nossos parceiros europeus derem início à sua recuperação.
Basta de diagnósticos e vamos às soluções.
Repensar e re-calendarizar os grandes investimentos públicos de longo prazo (que os economistas chamam de investimentos provocadores de despesa) cujo retorno é de muito longo prazo e direccionar esforços para outros de menor escala com impacto social, empresarial e económico mais imediato, em especial na criação de emprego (que fará descolar o consumo interno).
Exemplos: apoiar as PME´s a exportar (há mercados que ainda têm margem de absorção dos nossos produtos só que não chegamos lá).
Como? Pagando o IVA em prazos curtos, reduzindo a dívida pública às empresas – melhor do que qualquer política de redução fiscal.
Acreditação do sistema bancário através do apoio deste (já por si apoiado pelo Estado) às empresas através de uma eficiente alocação das linhas de crédito estabelecidas às suas necessidades. Acompanhar muito de perto estes créditos.
Aproveitar estas linhas para financiar start up´s criadoras de emprego. Onde encontrá-las? Nas universidades técnicas e politécnicos. Há muitas ideias e projectos por aí.
Algumas ideias simples. Sem complicações.








