Encontro-me neste momento a frequentar um curso de Iniciação de aprendizagem de Língua Espanhola.
Estou numa turma com 20 alunos e fiquei surpreso por neste curso de iniciação, mais de metade dos alunos trabalharem em firmas que têm contacto com empresas espanholas, fornecedoras e clientes.
Tomei também conhecimento de várias “movimentações” em termos de aprendizagem linguística, em ambos lados da fronteira de Portugal e Espanha. Se há cada vez mais portugueses a aprender espanhol, também é verdade que há muitos espanhóis a aprenderem a língua portuguesa. Sabendo Espanhol e Português, viajamos por exemplo por toda a América do Sul sem necessidade de usarmos a clássica bengala ( o Inglês ).
Os espanhóis são historicamente conhecidos como um povo muito orgulhoso da sua língua e sem vontade de aprender outras línguas ou de perceber o que os estrangeiros dizem. Quase todos nós já fomos “vítimas” do seu demolidor “no te entiendo” quando visitamos, por razões profissionais ou turísticas, as terras de “nuestros hermanos”. Pois bem, até essa casmurrice histórica está a alterar-se. Nas novas gerações espanholas, já é comum encontrar-se como segunda língua de referência, o Inglês. Cada vez mais o povo espanhol e não só, apercebem-se de que o mundo mudou e continua a mudar, sendo necessárias novas armas para se combater “os inimigos” e relacionar-se com os amigos neste séc. XXI.
O nosso governo também tomou já há algum tempo a consciência da importância da aprendizagem de línguas ( em especial da língua inglesa ) e nesta semana li a seguinte boa notícia:
“ Lisboa, 20 Mai (Lusa)
Todas as escolas do primeiro ciclo vão ter de oferecer a partir do próximo ano lectivo o ensino de inglês ao 1º e 2º anos de escolaridade, no âmbito das actividades de enriquecimento curricular, com uma duração máxima semanal de 90 minutos.
Até ao presente ano lectivo, esta língua estrangeira só era obrigatória para os 3º e 4º anos da antiga primária, apesar de metade dos estabelecimentos de ensino já a oferecer nos primeiros dois anos do 1º ciclo. “
Assistimos assim a reacções das populações dos diversos países que manifestam vontade de aprender novas línguas. Curiosamente ( este não é um dado científico ), assiste-se a uma perda de importância do Francês em benefício do Espanhol e do Português.
O português viu agora reforçada a homogeneidade da língua com a Aprovação da Assembleia da República, na semana passada, do Acordo Ortográfico.
Assistimos assim a uma importância crescente de 3 Línguas a nível mundial.
O inevitável Inglês
O Espanhol falado em inúmeros países e
O Português, que tem sido uma língua cada vez mais acarinhada ,embora de difícil aprendizagem segundo muitos estrangeiros dizem.
O FRES tem entre os seus projectos de curto prazo, o evoluir para uma plataforma bilingue ( Português e Inglês ).
Quem sabe num futuro um pouco mais distante, e tirando partido da vertiginosa evolução tecnológica, não possamos ser ainda mais ambiciosos e evoluir para uma plataforma multilingue ?
O importante é conseguirmos que emissores e receptores entendam as mensagens, seja em Espanhol , em Inglês ou em…Português.
Estou numa turma com 20 alunos e fiquei surpreso por neste curso de iniciação, mais de metade dos alunos trabalharem em firmas que têm contacto com empresas espanholas, fornecedoras e clientes.
Tomei também conhecimento de várias “movimentações” em termos de aprendizagem linguística, em ambos lados da fronteira de Portugal e Espanha. Se há cada vez mais portugueses a aprender espanhol, também é verdade que há muitos espanhóis a aprenderem a língua portuguesa. Sabendo Espanhol e Português, viajamos por exemplo por toda a América do Sul sem necessidade de usarmos a clássica bengala ( o Inglês ).
Os espanhóis são historicamente conhecidos como um povo muito orgulhoso da sua língua e sem vontade de aprender outras línguas ou de perceber o que os estrangeiros dizem. Quase todos nós já fomos “vítimas” do seu demolidor “no te entiendo” quando visitamos, por razões profissionais ou turísticas, as terras de “nuestros hermanos”. Pois bem, até essa casmurrice histórica está a alterar-se. Nas novas gerações espanholas, já é comum encontrar-se como segunda língua de referência, o Inglês. Cada vez mais o povo espanhol e não só, apercebem-se de que o mundo mudou e continua a mudar, sendo necessárias novas armas para se combater “os inimigos” e relacionar-se com os amigos neste séc. XXI.
O nosso governo também tomou já há algum tempo a consciência da importância da aprendizagem de línguas ( em especial da língua inglesa ) e nesta semana li a seguinte boa notícia:
“ Lisboa, 20 Mai (Lusa)
Todas as escolas do primeiro ciclo vão ter de oferecer a partir do próximo ano lectivo o ensino de inglês ao 1º e 2º anos de escolaridade, no âmbito das actividades de enriquecimento curricular, com uma duração máxima semanal de 90 minutos.
Até ao presente ano lectivo, esta língua estrangeira só era obrigatória para os 3º e 4º anos da antiga primária, apesar de metade dos estabelecimentos de ensino já a oferecer nos primeiros dois anos do 1º ciclo. “
Assistimos assim a reacções das populações dos diversos países que manifestam vontade de aprender novas línguas. Curiosamente ( este não é um dado científico ), assiste-se a uma perda de importância do Francês em benefício do Espanhol e do Português.
O português viu agora reforçada a homogeneidade da língua com a Aprovação da Assembleia da República, na semana passada, do Acordo Ortográfico.
Assistimos assim a uma importância crescente de 3 Línguas a nível mundial.
O inevitável Inglês
O Espanhol falado em inúmeros países e
O Português, que tem sido uma língua cada vez mais acarinhada ,embora de difícil aprendizagem segundo muitos estrangeiros dizem.
O FRES tem entre os seus projectos de curto prazo, o evoluir para uma plataforma bilingue ( Português e Inglês ).
Quem sabe num futuro um pouco mais distante, e tirando partido da vertiginosa evolução tecnológica, não possamos ser ainda mais ambiciosos e evoluir para uma plataforma multilingue ?
O importante é conseguirmos que emissores e receptores entendam as mensagens, seja em Espanhol , em Inglês ou em…Português.




